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12/06/11

Definindo o Dia dos Namorados!



Hoje...eu poderia iniciar este texto falando sobre as belezas da vida a dois, fazendo mil e uma idéias do que seja o amor e as relações afetivas entre duas pessoas. Estou usando o termo “pessoas” justamente para não usar as definições de sexos ou orientação sexual. Aqui “pessoas” têm conotações diversas e esta inserida no contexto da diversificação de opções na sexualidade humana. Espero já por aqui ter sido claro. “Quem disse que temos que passar o dia dos namorados namorando? Se fosse assim então deveríamos passar o dia do Índio com um Índio, o dia de finados com um morto, o dia da árvore com uma árvore”. Então foi assim, foi assim que definimos numa assembléia na sala de professores o que seria passar o dia dos namorados sem namorar. As pessoas se prendem muito emocionalmente a essas datas e os significados atrelados a conceitos sem fundamentos ou puramente mercadológicos impõe ainda mais a condição de alienação a preceitos nada verdadeiros sobre o dia dos namorados e outras datas comemorativas. Estar ou não namorando? Esta é a questão? Para muitos pode ser, mas para outros não. A felicidade de uma pessoa nunca deve estar totalmente atrelada à outra, quando isso é assim geralmente temos duas pessoas infelizes. Claro que isso não significa não amar, não querer estar junto ou querer e ser assim emocionalmente envolvido com uma pessoa. Embora amar seja muito complicado, este sentimento nutriu e nutri a vida humana, e a ligação entre duas pessoas faz-se realmente necessária, muito necessária, mas não essencialmente fundamental para a felicidade individual. Ser feliz deve ser algo realizado por si só... Penso que como todos os dias são os dias do Senhor, este sim é com quem devemos passar todos os dias. Todos os 365 abençoados dias do ano deveriam estar com Deus em nossos corações...em tudo que fazemos!
Beijos!




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